IVM CIDADE EM MOVIMENTO
A mobilidade é um tema social, não só uma questão de transporte. Para inovar, devemos observar a sociedade em seu conjunto. Instituto Cidade em Movimento (IVM): pesquisas e ações internacionais, soluções inovadoras, conhecimento compartilhado.

Fábrica do Movimento

Projeto “Praças (Im)Possíveis” traz novo conceito para ocupação do espaço público

O projeto “Praças (Im)Possíveis” nasce da experiência cotidiana de transitar pela cidade de São Paulo e interagir com a carência de espaços públicos de descanso – como parques e praças. A ideia é que qualquer pequeno espaço da cidade possa ter um banco, vegetação e uma sombra. Esses elementos são conectados na figura das bicicletas adaptadas que se transformam em pequenas praças articuláveis entre si.

No dia 14 de março, sábado, às 15h, a Choque Cultural abre a exposição “Praças (Im)Possíveis”, do coletivo Bijari.

A exposição se desenrola dentro do espaço expositivo da Choque e também nas ruas da Vila Madalena, onde se situa a galeria.

Divulgação

Bijari cria instalações em que praças articuláveis entre si são montadas a partir de bicicletas

“Com um guarda chuva/sol, bancos escamoteáveis e floreiras, a escultura-bike se transforma numa micro-praça-pública. E quando algumas dessas praças modulares se encontram, é possível formar espaços de convivência muito confortáveis e provocativos”, explica o curador Baixo Ribeiro.

“Além das esculturas móveis, o coletivo apresentará uma série de composições gráficas em painéis lenticulares (que se alteram conforme a posição de quem a vê). Também está prevista para a abertura da mostra, uma intervenção no espaço público com a transformação da fachada da Choque e a instalação de uma obra na rua em frente à galeria”, adianta o curador.

“Pensamos nas formas como a arte pode se configurar como elemento transformador do espaço público. Nosso olhar se dirige às fendas através das quais podemos construir uma nova cidade”, contam os artistas do coletivo Bijari.

A exposição lança também um novo modelo de colecionismo: o coletivo. A tendência de coletividade permeia há algum tempo as ações que buscam tornar o espaço público mais habitável – como festas e intervenções urbanas, por exemplo – então o Bijari, que também tem a coletividade em seu DNA, traz essa tendência para o colecionismo de arte: cada peça exposta na Choque Cultural faz parte de um todo e tem seu significado completado na presença das demais, ou seja, as peças se convertem em praça apenas se juntas. Dessa forma, o colecionismo coletivo faz com que cada colecionador seja parte de um movimento maior para o espaço público.

Veja o vídeo:

 

Serviço
“Praças (Im)Possíveis”, por Bijari na Choque Cultural
Abertura em 14 de março, às 15h
De 14 de março a 9 de maio
Rua Medeiros de Albuquerque 250, Vila Madalena
Telefone: (11) 3061-4051
Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 11h às 18h
www.choquecultural.com.br

Pular para a barra de ferramentas