IVM organiza encontro com a sociedade civil sobre a requalificação do Largo do Arouche

Em encontro na Academia de Letras, o IVM trouxe agentes da sociedade civil envolvidos com o Largo do Arouche para discussão e uma primeira apresentação do relatório de percepções e entrevistas feito pelo IVM e Readymake, com enfoque no projeto de requalificação do Largo do Arouche, elaborado pelo escritório de arquitetura franco-brasileiro Triptyque.

Camille Bianchi, do Readymake, apresenta o relatório de percepções sobre o Largo do Arouche

Para a reunião, estiveram presentes moradores da região, comerciantes locais – do hotel à floricultura – e pessoas que fizeram estudos sobre o Largo e práticas locais, como no caso de ativistas urbanos que já atuaram de alguma maneira no Arouche. Previamente entrevistados pelo IVM, o perfil dos convidados foi muito diverso, um fator essencial para enriquecer o debate entre sociedade civil e os agentes franceses envolvidos na revitalização – como o Consulado de França e seu apoio na programação da Virada Cultural, o IVM e as entrevistas locais, o escritório Triptyque e o anteprojeto desenvolvido.

Discussão, diversidade e voz: da floricultura ao hotel, do coletivo LGBT aos moradores 

O Largo, igualmente diverso, já recebeu oficinas de mobiliário e atividades culturais com o WikiArouche em 2015 e hoje segue com o coletivo de empoderamento LGBT, o Coletivo Arouchianos – ambos os coletivos tiveram representação na reunião organizada pelo IVM. Em um local tão rico a partir de sua arquitetura e das dinâmicas sociais existentes, o desafio para a revitalização é democratizar o espaço ainda mais e permitir que o espaço público seja inclusivo e igualmente diverso. Siga acompanhando o IVM para saber mais sobre a revitalização do Largo!

Camille Bianchi em fala, do escritório Readymake

Fabian Alonso, um dos idealizadores do coletivo WikiArouche

Sandra Fernandes, do Consulado da França no Brasil

Edy Lucca, moradora e taróloga no Largo do Arouche

Hélcio Beuclair, do Coletivo Arouchianos (LGBT)